Google+ vive desafio masculino: como atrair mulheres?

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Na semana passada, o Google+ completou dois meses de vida com um balanço nada desprezível: uma base de 25 milhões de cadastrados no planeta. Apesar do empenho – na última sexta-feira, o presidente Larry Page sacramentou o fim de dez produtos do Google, com o claro objetivo de concentrar esforços na rede social da marca –, o serviço ainda não seduziu uma importante fatia de usuários: as mulheres.

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O Google não divulga dados oficiais de seu novo produto, mas sites especializados em métrica começam a desvendar pormenores da rede social. Segundo o Findpeopleonplus, apenas 28% dos usuários do serviço são mulheres. O SocialStatistics encontrou participação semelhante: 33%. Ou seja, na melhor das hipóteses, três em cada dez pessoas conectadas ao Google+ são do sexo feminino. Evidentemente, é pouco.

Segundo o Google AdPlanner, serviço do gigante que oferece detalhes dos principais endereços da internet, as mulheres dominam o Twitter nos Estados Unidos, representando 62% do público total – no resto do planeta, a cifra cai para 45%.

No Facebook, maior rede social do planeta, elas equivalem a aproximadamente metade dos 750 milhões de cadastrados. Mais: mulheres postam três vezes mais conteúdos do que homens. Uma pesquisa divulgada pela empresa TNS Digital Life, especializada em mídia social, aponta que o público feminino passa sete horas por mês em plataformas sociais, enquanto os homens dedicam seis horas a esses sites.

Logo, o mais novo e ambicioso projeto do gigante de buscas enfrenta um desafio tipicamente masculino: como chamar a atenção das mulheres? Vai ter que criar estratégias para isso.

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