F-commerce é Social Commerce?

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O F-commerce já é uma realidade nas fanpages brasileiras. Já é possível encontrar muitas empresas (em sua maioria pequenos negócios) vendendo dentro do Facebook. Versões brasileiras de aplicativos que permitem este tipo de ação acabaram de ser lançados no mercado. Facecommerce, Loja de Rede Social e LikeStore e, claro, o Bloompa Facebook StoreFront, por exemplo, são algumas das opções nacionais que fizeram o F-commerce nacional sair  do papel.

F-commerce x Social Commerce

Como é uma tendência forte, o F-commerce está chamando a atenção de muitas pessoas. Há quem ache que o comércio eletrônico dentro do Facebook possa ser a principal fonte de faturamento de pequenos vendedores, substituindo os sites de e-commerce tradicionais, especialmente, devido ao custo.

Mas, o fato de uma loja estar dentro do Facebook já a caracteriza como social commerce? Segundo Paul Marsden – no e-book “Social Commerce: Monetizing Social Media” – a definição de social commerce é:

“Social Commerce é a fusão das mídias sociais com e-commerce. De forma mais completa, social commerce é uma subcategoria do comércio eletrônico que usa as mídias sociais, mídia online e que permite interações sociais e contribuições de usuários para melhorar a experiência de compra online”.

Estar na rede não significa ser social

A partir desta definição, de uma das pessoas mais respeitadas na área de social commerce, pode-se concluir que o social commerce depende das interações sociais para promover uma experiência de compra mais rica e social. Partindo deste ponto de vista, nos casos em que não há nenhuma interação entre os consumidores, o fato de uma loja estar dentro do Facebook não a caracteriza como um social commerce.

Usar o F-commerce para fomentar as interações entre os consumidores é uma ação extremamente interessante. Porém, considerar que ao criar uma loja dentro de uma rede social é ser social, sem se preocupar com a interação entre as pessoas, vai de encontro ao “core” do social commerce. Por isso, entre na onda interação e contribua para um F-commerce, e-commerce ou m-commerce, cada vez mais social.

Sobre o autor

Camila Porto Camargo Formada em Comunicação Institucional na UTFPR. Trabalha como consultora em marketing digital e mídias sociais, produção de conteúdo e é autora do blog pontocomteudo.com, palestrante e professora do Curso de Facebook para Empresas.

 

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